Artista do fio
Exposição inédita apresenta 160 obras de Arthur Bispo do Rosário
05.07.2011 a 14.08.2011 deixe aqui seu comentário
Objeto Recoberto por Fio Azul, ou Orfa. Era assim que Arthur Bispo do Rosário denominava as obras criadas por ele a partir dos fios de suas roupas e de outros internos da Colônia Juliano Moreira, onde o artista passou boa parte da sua vida. Agora, 160 peças estão em exposição na Caixa Cultural até 14 de agosto, na mostra Arthur Bispo do Rosário: o Artista do Fio. As obras foram selecionadas pelo curador Wilson Lazaro, a partir de um conjunto inicial de 283, disponibilizadas pelo Museu Bispo do Rosário Arte Contemporânea (RJ). Esta é a primeira vez que esse conjunto de obras será exibido ao público, no Rio de Janeiro.
Os objetos criados por Arthur Bispo do Rosário foram envolvidos com linha azul e compõem peças musicais, de arquitetura e do cotidiano. Pandeiros, facas e até um batedor de ovos foram recriados, como uma grande maquete, e guardados em um baú.O artista não deu nome a nenhuma de suas obras, nem data ou assinatura. A escolha dos nomes aconteceu durante a catalogação do conjunto das obras, para a abertura do processo de tombamento, junto ao Instituto Estadual do Patrimônio Cultural(Inepac). O processo contabilizou 804 trabalhos que, hoje, fazem parte da coleção do Museu Bispo do Rosário Arte Contemporânea.
A obra de Bispo do Rosário engloba movimentos e tendências distintos na arte do Século XX. Para os especialistas, as condições de vida e de trabalho do artista sugerem a ideia de uma grande instalação, em que suas obras estão inseridas num conjunto, e muitas delas não teriam existência individualizada.
POST ORIGINAL
http://www.cultura.rj.gov.br/evento/artista-do-fio
Os objetos criados por Arthur Bispo do Rosário foram envolvidos com linha azul e compõem peças musicais, de arquitetura e do cotidiano. Pandeiros, facas e até um batedor de ovos foram recriados, como uma grande maquete, e guardados em um baú.O artista não deu nome a nenhuma de suas obras, nem data ou assinatura. A escolha dos nomes aconteceu durante a catalogação do conjunto das obras, para a abertura do processo de tombamento, junto ao Instituto Estadual do Patrimônio Cultural(Inepac). O processo contabilizou 804 trabalhos que, hoje, fazem parte da coleção do Museu Bispo do Rosário Arte Contemporânea.
A obra de Bispo do Rosário engloba movimentos e tendências distintos na arte do Século XX. Para os especialistas, as condições de vida e de trabalho do artista sugerem a ideia de uma grande instalação, em que suas obras estão inseridas num conjunto, e muitas delas não teriam existência individualizada.
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